
Na reta final de Terra Nostra, Gumercindo (Antônio Fagundes) vai finalmente descobrir que José Alceu (Guilherme Bernard) é seu filho. A revelação mexe muito com o fazendeiro, que, tomado pela culpa e por um carinho que demorou a despertar, decide assumir de vez o futuro do garoto. Determinado a dar ao menino tudo o que nunca ofereceu antes, ele faz questão de garantir uma boa escola e todas as condições para que José Alceu cresça instruído, protegido e preparado para a vida.
Nessa altura da história, Maria do Socorro (Débora Duarte) já terá se acertado com Naná (Adriana Lessa). A mágoa pela traição do marido e pela gravidez da jovem finalmente dá lugar à compreensão: as duas foram vítimas das atitudes de Gumercindo e não tinham culpa do que aconteceu.
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Com a tensão resolvida, Maria do Socorro permite que o marido ajude José Alceu, entendendo que o menino não merece carregar o peso dos erros dos adultos. Naná, mesmo mantendo distância do fazendeiro, concorda que ele pode, e deve, dar ao filho a oportunidade de estudar em uma boa escola.
Um dos momentos mais emocionantes dessa fase mostra Gumercindo levando José Alceu pessoalmente até o colégio. Consciente do preconceito que o menino pode enfrentar, ele faz questão de estar ao lado dele, garantindo que ninguém questione sua paternidade.
Gumercindo aconselha José Alceu
No caminho, o fazendeiro aconselha o filho: “Aconteça o que acontecer, você nunca esqueça que é meu filho. É um colégio de brancos… Eles podem implicar com você, mas leve isso muito a sério.” O menino escuta atento, tentando entender o mundo novo que o espera.
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Quando José Alceu pergunta como agir caso alguém “passe da conta”, Gumercindo reage no impulso: “Senta a mão.” Logo em seguida, porém, se corrige e completa com maturidade: “A violência nunca resolveu nada nesta vida.” Emocionado, o menino diz que um dia o pai ainda terá orgulho dele. “Eu já tenho, filho. Eu já tenho”, decretará ele, selando a reconciliação.






ERRATA: …velados* termo corrigido.
Triste ver a discriminação e preconceito com os quais são tratadas as pessoas negras e as mulheres. A impiedade contra os pobres se somam aos absurdos declarados do passado e velado do presente. A sociedade brasileira há muito tempo, deveria ter reconhecido tais erros, se reconstruído social e culturalmente, a ponto de o Brasil figurar dentre os países mais ricos do mundo. Isso porque uma nação “RICA” certamente considerou a participação da sociedade, na sua totalidade. Assim, não fosse o preconceito e a discriminação imposta de inúmeros modos, certamente o Brasil estaria em um nível mais respeitável perante às demais nações e não somente isso, mas uma nação mais apropriada para essas vítimas, que, uma vez reconhecidas e reparadas; se sentissem livres para viver em paz e produzir RIQUEZA no seu sentido amplo.