
Há exatos sete meses, em 12 de janeiro, a Globo lançava sua nova novela das sete, Coração Acelerado. A trama, que já evidenciava sua fragilidade desde o início, mostrou que era muito pior do que se imaginava.
Em seus mais de 170 intermináveis capítulos, Coração Acelerado se baseou em idas e vindas de casais, que se juntavam e separavam como quem troca de roupa. Tudo isso regado a armações repetitivas em sequências dignas de novelinhas verticais que ressaltavam a falta de criatividade.
Para completar, enredos mal construídos e tramas mal amarradas. Mas o completo absurdo ainda estava reservado para a última semana. A cena em que Ronei (Thomás Aquino) revela a João Raul (Filipe Bragança) que é seu pai biológico veio para coroar o desastre que foi a novela.
Reviravoltas absurdas
Sem nenhuma construção e sem sequer fazer algum sentindo, um dos grandes mistérios de Coração Acelerado acabou sendo jogado como qualquer coisa. Foi uma “solução fácil” para um enredo barato. E ganhou a devida “desimportância” do público.
Um capítulo depois, Jean Carlos (Ricardo Pereira), dado como morto lá no início da história, reapareceu vivo na frente de Zilá (Leandra Leal). Tudo isso para cenas de tensão maior correria nos últimos três capítulos do folhetim, sem ter um desenvolvimento.
Mais uma vez, uma reviravolta que ninguém se importa — tanto que a trama está empacada no ibope. Sem se levar a sério, Coração Acelerado agonizará até a próxima sexta-feira (14), quando finalmente irá ao ar o seu capítulo derradeiro. E novamente, sem conseguir despertar o interesse do público.






Fim de novela sem graça,sem enredo,uma d…..,muito ruim.