
Em Dona de Mim, Jaques (Marcello Novaes) vai ver seu plano para tirar a mãe, Rosa (Suely Franco), do comando da Boaz cair por terra, dando início a uma crise familiar que vai deixar a idosa devastada. A revelação, que começa a se desenrolar a partir do capítulo de 25 de agosto, promete abalar de vez a relação entre mãe e filho.
Tudo começa a desmoronar quando Leo (Clara Moneke), tentando arrumar a bagunça feita por Sofia (Elis Cabral) na casa de Rosa, se depara com câmeras escondidas por todo o imóvel. Assustada, ela conta tudo para Samuel (Juan Paiva), que rapidamente junta as peças e percebe que o tio instalou os dispositivos para espionar a própria mãe.
Cheio de raiva, Samuel vai direto para a fábrica e parte para o confronto. Ele agarra Jaques pelo colarinho e dispara: “Você tava espionando a minha casa. Nem sua mãe você respeitou! Tinha câmera até no quarto da minha avó! Seu doente!”.
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Com seu cinismo de sempre, Jaques tenta justificar dizendo que era apenas uma medida de segurança para proteger Rosa. Mas Tânia (Aline Borges) desmascara o vilão na hora: o objetivo era encontrar qualquer sinal de demência na mãe para interditá-la e assumir sozinho o controle da empresa. Sem rodeios, Jaques admite que essa era, sim, a estratégia — alegando que Rosa já teria mostrado sinais de confusão e que ele estava apenas se “prevenindo”. A desculpa só aumenta a revolta de Samuel, que jura expor todos os podres do tio e lembra que “crime perfeito” não existe.
Rosa fica arrasada após revelação
Quando a notícia chega aos ouvidos de Rosa, ela se sente traída e humilhada. Segurando uma das câmeras, desabafa que está cansada de viver sendo julgada dentro da própria casa. Amparada por Filipa (Cláudia Abreu), decide enfrentar o filho cara a cara.
No embate, Rosa acusa Jaques de passar a vida obcecado pelo controle da Boaz: “Tenha dó, meu filho! Você tá louco pra me tirar da fábrica, isso sim! Qualquer derrapada minha e você me interdita! Você passou a vida querendo a presidência da Boaz! Agora ela é sua! O que mais você quer?”.
Jaques, sem esconder a ambição, exige “liberdade para agir” sem as amarras impostas por ela. Rosa, firme, impõe duas regras: nada de demissões em massa e nem terceirização da produção. O vilão debocha, dizendo que não acredita em “liberdade condicional”, mas a matriarca encerra a discussão avisando que já retirou a câmera de seu quarto.





