
Em Dona de Mim, Jaques (Marcello Novaes) e Leo (Clara Moneke) terão mais um embate, desta vez dentro da Boaz. O vilão flagrará a jovem recolhendo sobras de material da empresa e, diante de todos, não perderá a chance de humilhá-la. “Isso se chama furto!”, disparará ele, colocando Leo mais uma vez na posição de ladra.
Tudo começará quando Davi pedir uma carona a Samuel. O rapaz, no entanto, recusará de imediato: “Eu ainda vou levar a Leo em casa, ajudar com essas caixas”. Nesse momento, Jaques se aproximará e questionará o que há dentro delas. Leo explicará: “A Tânia me deu uma caixa de Bali. E eu peguei um resto de material das costureiras”.
Jaques, porém, não gostará nada do que ouvirá: “Você disse essa propriedade da Boaz? Não me lembro de autorizar retirada de funcionária nenhuma. Pode deixar tudo aqui”. Samuel confrontará a postura do tio, mas o vilão insistirá: “Isso mesmo que vocês acabaram de ouvir: tanto os retalhos quanto as peças de Bali são propriedade da Boaz. Levar isso da fábrica sem minha autorização se chama furto. E disso a Leona entende muito bem”.
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Leo chamará Jaques de nojento. Já Davi tentará amenizar a situação: “Pô, Jaques, nada a ver falar assim. Mas ele tá certo, esse material é da fábrica”. Samuel, por sua vez, rebaterá o tio: “A Leo tá trabalhando justamente numa proposta de reuso. Pensando numa coleção cápsula de upcycling”. O personagem de Marcello Novaes reagirá com ironia: “Quer dizer que o nosso gerente de operações tava apoiando que uma funcionária lucrasse com a venda ilegal de material da Boaz. Olha… isso pode até dar demissão, hein”.
Leo alegará que Jaques está distorcendo: “Minha ideia era apresentar a coleção pra Boaz…”. Jaques pegará pesado: “Uma coleção feita de lixo? É a sua cara mesmo (…) Sabe, meninos, eu tenho uma carreira. Estudei fora. Passei pelas universidades mais renomadas da Europa. Não tenho tempo pra ficar dando asa pra ideiazinha suburbana.”, bradará o vilão.





