
A Globo exibiu na última quarta-feira (4) o capítulo de Três Graças que levou ao ar uma cena que acontece da mesma forma da sequência do assassinato de Odete Roitman (Beatriz Segall) na primeira versão de Vale Tudo, mas que acabou sendo descartada no remake.
Na cena em questão, Arminda (Grazi Massafera) está no restaurante da Fundação à espera de Samira (Fernanda Vasconcellos) para matar a rival. Assim que vê uma sombra atrás de um vidro, a vilã atira acreditando que a pessoa se trata de Samira. No entanto, acaba matando Edilberto (Julio Rocha).
Homenagem ao coincidência?
A sequência aconteceu do mesmo modo da cena em que Odete Roitman é assassinada na Vale Tudo de 1988. No folhetim, Leila (Cassia Kis) vê uma sombra atrás de uma porta e dispara o revólver acreditando ser Maria de Fátima (Gloria Pires), amante de Marco Aurélio (Reginaldo Faria). Porém, mata Odete sem querer.
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Coincidência ou não, a cena ficou bastante parecida. Vale lembrar que, Aguinaldo Silva, que assina Três Graças ao lado de Virgílio Silva e Zé Dassilva, foi um dos autores de Vale Tudo, dividindo a autoria com Gilberto Braga e Leonor Bassères.
Porém, no remake de Vale Tudo, produzido no ano passado, a autora Manuela Dias decidiu descartar essa cena da novela e recriou a sequência que culmina com o assassinato da vilã. Nas redes sociais, há quem diga que Três Graças vem tendo cenas que sua antecessora na faixa das 21h foi incapaz de trazer.






Todo dia penso que consigo escrever uma novela melhor do que a dele. A maneira como Aguinaldo desperdiça tempo com referências e tramas que levam uma semana, enquanto uma semana apenas tem um dia de novela, é inacreditável. Não consigo acreditar que realmente teremos que continuar pensando no mármore e nada sobre a quarta graça, nem mesmo no capítulo 132 de 179. E Dira precisa ficar longe do Aguinaldo, sério. Tudo nessa novela termina em um anticlímax absoluto. Paulinho vai ter o próprio assassino do pai morto por Ferette quando parecia que teria um enfrentamento, corpo a corpo, e aparentemente Raul vai ter que encontrar a filha para ser um herói na cabeça de Aguinaldo, quando a única coisa que ele vai fazer é seu trabalho. Aguinaldo não se preocupa em dar personalidade aos seus personagens masculinos e depois chora quando é rejeitado. Por que Paulinho tem menos romance do que Juquinha, que tem um romance que não acrescenta nada à trama? Não vou sentir pena se Gerluce terminar com ele, se não houver um casal mesmo. O próprio Maggye foi apresentado como uma narrativa do tráfico de crianças, mas essa narrativa é a favorita do público e a menos favorita do Aguinaldo, que tem uma oposição pela estátua além do que o espectador. Nós, “público”, nos preocupamos com a estátua porque não queremos que os cinco ladrões vão para a cadeia, não porque nos importamos com o mármore (eu quero que se quebre mesmo), que é um dos motivos do sucesso de Samira sobre Arminda. É impossível que ele leve 4 capítulos para enterrar Jorginho e apenas uma cena para perdoar Raúl. Por que Joelly, o protagonista, e sua antagonista (Samira) recebem esse tratamento? Por que não sabemos sobre esse outro negócio da Samira da mesma forma que sabemos sobre as pílulas de Ferette? O que Aguinaldo está fazendo não tem o perdão da Janete Claire; você nunca deixa o melodrama morrer por causa das influências da série. Chega de enceguecer tanto papo para uma novela que enrola mais do que conta. Ferette vai sequestrar os mocinhos e fracasar? Que surpresa, Ferette, quando foi bom para fazer planos.