
Após meses de turbulência com a audiência capenga do remake de Vale Tudo, a Globo e a autora Manuela Dias estão comemorando os recordes que a novela vem atingindo nas últimas semanas. A novelista, inclusive, tem celebrado publicamente nas redes sociais.
A boa notícia para Manuela, claro, é que a trama vem crescendo no ibope e batendo recordes de audiência. São índices que a Globo não via em sua principal faixa de dramaturgia desde o ano passado, quando Renascer estava no ar.
Isso com certeza tirou um pesou das costas da autora, que também está se distanciando cada vez mais do temido ranking dos maiores fracassos de ibope das 21h.
Os números que jogam contra Manuela Dias
No entanto, há uma má notícia para Manuela Dias no meio disso tudo. Os recordes de Vale Tudo estão acontecendo justamente quando a novela traz os momentos marcantes da versão original, exibida em 1988.
O recorde que marcou o crescimento nos índices da trama veio no capítulo de 7 de julho, quando Raquel (Taís Araújo) tem um embate com Maria de Fátima (Bella Campos) e rasga o vestido de noiva da filha.
O segundo veio com a saga da maionese, na semana passada. Já o terceiro recorde, no capítulo de ontem, com a sequência que Fátima se joga da escada do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
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Viradas inéditas não empolgaram

Enquanto isso, as viradas promovidas por Manuela, como o atentado contra Cecília (Maeve Jinkings) e o sumiço de Laís (Lorena Lima), além da aparição de Leonardo (Guilherme Magon) vivo, não alteraram os números.
É um indicativo de que o público talvez prefira a novela de 1988 como era, sem grandes alterações. Manuela Dias, no entanto, preferiu outro caminho, fazendo várias intervenções. Não pareceu uma boa ideia.
Resta saber se outras viradas promovidas pela novelista vão atrair o público. Vem por aí, Raquel novamente pobre vendendo sanduíche na praia e Afonso (Humberto Carrão) enfrentando uma leucemia.





