
Em Dona de Mim, uma reviravolta emocionante vai sacudir a trama: Leo (Clara Moneke) consegue na Justiça a guarda provisória de Sofia (Elis Cabral), impedindo que a menina seja levada para um abrigo após a morte de Abel (Tony Ramos) e a fuga de Vanderson (Armando Babaioff).
A decisão sai em meio a uma disputa complicada. O juiz considera que a adoção feita por Abel não tem validade, já que ele sabia não ser o pai biológico da criança. Com isso, recusa o pedido de Samuel (Juan Paiva) e Davi (Rafael Vitti) para ficarem com a tutela e ainda reforça que a guarda não poderia ir para a família Boaz, pois todo o vínculo nasceu de um crime de falsidade ideológica.
Temendo que Sofia fosse parar em um acolhimento institucional, Leona se apresenta como opção e destaca o laço que construiu com a menina ao longo dos meses em que cuidou dela. Com apoio da advogada – e até de Samuel, que pede para a profissional representá-la no processo – a babá consegue sensibilizar o magistrado. A decisão oficializa: “Nomeio Leona Larissa da Silva Senna como tutora e responsável pela guarda provisória da menor Sofia Silveira Matos”.
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Tomada pela emoção, Leo cai no choro de felicidade, enquanto Sofia se muda para sua casa em São Cristóvão. Para marcar essa nova fase, a babá decide matricular a menina na escola pública onde Dedé (Lorenzo Reis) estuda, dando à garota uma rotina mais próxima da sua realidade.
Decisão divide a família
Mas a novidade não agrada a todos. Samuel bate de frente, defendendo que a irmã continue na escola particular de elite, com todas as atividades que Abel havia garantido. Leo, firme, rebate que Sofia precisa de uma vida simples, livre de cobranças excessivas e com mais espaço para ser apenas uma criança.
O choque de visões deixará claro o conflito: de um lado, Samuel tentando preservar os privilégios da irmã, e do outro, Leo defendendo a simplicidade e convivência com a comunidade. “Samuel, vamos pensar na Sofia como uma criança de sete anos, e não como uma CEO?”, dispara a babá.





