
Jorginho (Juliano Cazarré) terá um desfecho trágico em Três Graças. Nos próximos capítulos, o ex-presidiário perderá a vida ao tentar salvar Joélly (Alana Cabral) e a própria neta das garras de Samira (Fernanda Vasconcellos). Antes de morrer, ele fará um desabafo comovente: “Pena que eu não fui merecedor de conhecer a minha neta”, dirá.
Tudo terá início nas cenas previstas para irem ao ar a partir de 21 de fevereiro. Na ocasião, Joélly entrará em trabalho de parto, e Samira levará a jovem para uma clínica clandestina para que ela dê à luz. Paralelamente, Jorginho descobrirá o paradeiro da filha e irá ao local para resgatá-la, mas será surpreendido por Edilberto (Julio Rocha), que impedirá a tentativa de salvar Joélly e a recém-nascida.
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Durante o confronto, Jorginho e Edilberto trocarão socos até que o ex-presidiário levará a melhor e deixará o capanga sob a mira de sua arma. O problema é que sua conduta religiosa o impedirá de atirar no rival. Nesse momento, Samira se aproximará lentamente por trás do personagem de Juliano Cazarré e cravará uma seringa em seu pescoço.
Jorginho sentirá a agulhada no pescoço e ficará em choque. Em poucos segundos, começará a perder o ar e cairá no chão, já sem forças. Fria e debochada, Samira disparará: “Não buscou tanto a Deus? Pois vai encontrar com Ele agora”.
Antes de morrer, o ex-marido de Gerluce (Sophie Charlotte) ainda conseguirá pronunciar suas últimas palavras: “Obrigado, Senhor… Pena que eu não fui merecedor de conhecer a minha neta”.
A novela Três Graças, escrita por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva, vai ao ar de segunda a sábado, a partir das 21h20, na Globo. Leia o resumo dos próximos capítulos aqui.






Nessa novela não tem ninguém torcível, né? Entendo o conceito de nuance que adoro, mas a novela parece que não quer que o público fique com alguém. Olha a Lena, no começo tinha algo nela muito mais cult, mas com o tempo se faz impossível torcer, a mulher não passa de uma louca, se ela sabe agora que Raúl é o pai da filha de Joelly, o que ela menos pode crer é que a criança vai precisar dedinheiro. Portanto, o ato nobre não é mais do que egoísta.