
A chegada de Jaques (Marcello Novaes) à presidência da Boaz em Dona de Mim, logo após a morte de Abel (Tony Ramos), vai balançar as estruturas da empresa. Nos primeiros dias no comando, o novo chefe toma decisões polêmicas, como acabar com a tradicional produção das revistinhas impressas — material que sempre foi essencial para a conexão entre as revendedoras e as clientes da marca. A mudança não cai nada bem, principalmente para Samuel (Juan Paiva), que se revolta com a atitude, ainda mais ao ver que Léo (Clara Moneke) concorda, mesmo que em parte, com a decisão do vilão.
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Samuel desabafa primeiro com Breno, demonstrando sua frustração com o rumo das coisas. Embora entenda que a empresa precisa se modernizar, ele acredita que essa mudança foi apressada e vai prejudicar muita gente. Breno concorda, reforçando como as revistinhas sempre foram importantes para manter o vínculo com o público. “Tem espaço pra mudança, mas com essa eu não concordo”, lamenta Samuel.
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Mas o baque maior vem quando ele comenta o assunto com Léo. Esperando apoio, ele se decepciona ao ouvir que a namorada até vê pontos positivos na nova direção da empresa. “Cê tá concordando com o Jaques? Pô, Leo!”, dispara ele, visivelmente abalado.
Léo tenta justificar a situação
Léo tenta se explicar, dizendo que não é exatamente uma questão de concordar, mas de enxergar outras possibilidades. “Concordar é uma palavra muito forte. Não precisava acabar com as revistinhas de uma hora pra outra. Só tô dizendo que ter mais presença digital pode ser bom sim. Não viu a coleção pocket da Filipa? E já tem as fotos online mesmo, né? Ela não precisa mais imitar a física, você vai poder ter mais liberdade”, argumenta ela, tentando amenizar.
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Só que a resposta não agrada. Samuel, ainda afetado pelo resultado da votação que definiu Jaques como presidente, corta o papo: “A votação acabou de acontecer, ainda tô chateado. Não tô a fim de ouvir que tem alguma vantagem no que rolou. Pode ser? Por favor?”.





