
Há menos de um mês no ar, A Nobreza do Amor, exibida no horário das seis da Globo, ficou repetitiva ao colocar os dois mocinhos, Tonho (Ronald Sotto) e Alika (Duda Santos), vivendo o mesmo drama após armações de seus arqui-inimigos.
Primeiro, a novela mostrou Tonho sendo vítima de uma armação de Mirinho (Nicolas Prattes), seu rival. O vilão roubou dinheiro do próprio pai, Casemiro (Cassio Gabus Mendes), para incriminar o rapaz. O caso durou apenas alguns capítulos, com Mirinho sendo desmascarado logo na sequência.
Poucos capítulos depois, Virgínia (Theresa Fonseca) usou desse mesmo artifício para prejudicar sua rival. Decidida a tirar Lúcia/Alika do seu caminho e mandá-la para longe de Barro Preto, a vilã acusou a mocinha de ter roubado joias. Novamente, durou pouco a armação, que logo foi desmascarada.
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Os dois casos aconteceram em A Nobreza do Amor sem que a trama sequer tenha completado quatro semanas no ar. Um tanto repetitivo em um curto espaço de tempo para uma novela que ainda tem mais de 170 capítulos pela frente.
Além disso, também soma-se o fato de Duda Santos ter vivido o mesmo com sua personagem anterior, a Beatriz de Garota do Momento (2024). Na trama exibida na faixa das 18h até junho do ano passado, a mocinha foi acusada de roubo pela rival, Bia (Maisa Silva).
É um recurso batido que pouco agregou à novela até agora. Pelo contrário: deixou o enredo principal repetitivo logo de cara.




